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Vídeo da Intervenção Urbana em comemoração ao dia do teatro em João Monlevade

depois da faixa de pedestre fomos assistir as apresentações dos manequins nas vitrines das lojas

27 de março dia internacional do teatro, os atores Andréa Abade, Markus Câmara, Nataniel Flávio, Pamella Fontoura e Thieres Duarte da Cia do Infinito de Teatro de João Monlevade/MG, fizeram uma intervenção urbana nas avenidas da cidade com o "Teatro em Conexão com a Cidade" para comemorar a data.
Veja o Vídeo:


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Dia do Teatro: Cia do Infinito realiza intervenção urbana em João Monlevade

Thieres Duarte, Markus Cârama, Andréa Abade e Pamella Fonoura

No dia 27 de março é comemorado o dia internacional do teatro, para não passar em branco está data tão importante para nós atores, o elenco da Cia do Infinito realizaram uma intervenção urbana no centro de João Monlevade com o teatro em conexão com a cidade para comemorar. Abaixo você confere fotos da intervenção e um pouco da história desta arte milenar.

O teatro surgiu na Grécia antiga em função das manifestações em louvor ao Deus do vinho, Dionísio. A cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao Deus. A partir daí, surgiram os festivais de teatro e com eles, a tragédia e a comédia.
Com a dominação do Império Romano, o teatro deixou de ser uma primazia grega para se espalhar pelo mundo. Mais tarde, já na Idade Média, um teatro mais histriônico, baseado em improvisações e com apresentações mambembes, levava alegria às vilas. A Commedia del'arte aparece com personagens bastante conhecidos dos nossos bailes carnavalescos, como a Colombina e o Arlequim. É nesta época também que tomamos conhecimento do grande dramaturgo inglês, Shakespeare.
As representações teatrais tinham lugar em recintos ao ar livre, construídos para o efeito. Os teatros gregos tinham tão boas condições
que os espectadores podiam ouvir e ver, à distância, tudo o que se passava na cena, mesmo tratando-se de uma assistência muito numerosa. Isso devia-se, por um lado, ao fato de as bancadas se abrirem em leque sobre a encosta de uma colina e, por outro lado, a diversos artifícios utilizados em cena.
Os atores usavam trajes de cores vivas e sapatos muito altos para ficarem com uma estatura imponente. Cobriam o rosto com máscaras que serviam quer para ampliar o som da voz, quer para tornar mais visível à distância, a expressão do personagem.
Um aspecto curioso é que, em cada peça, só existiam três atores, todos do sexo masculino. Cada um deles tinha que desempenhar vários papéis, incluindo os das personagens femininas. A representação dos atores, que atuavam na cena, era acompanhada pelos comentários do coro, que se movimentava na orquestra, juntamente com os músicos.

Havia dois géneros de representações: a tragédia e comédia.
As tragédias eram peças ou representações que pretendiam levar os espectadores a refletirem nos valores e no sentido da existência humana.
As comédias eram, por sua vez, peças de crítica social que retratavam figuras e acontecimentos da sociedade da época, ridicularizando defeitos e limitações da atuação dos homens, provocando o riso na assistência..
O teatrólogo vê a vida, conhece o ser humano, exorta seu brilhantismo calcado na observação, no comportamento de sua gente e isso é o que faz a diferença

Fonte: UFGNet, CEDI


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João Monlevade inaugura o "Natal da Gente 2011" Espalhando a Magia do Natal



No dia 16 de dezembro de 2011 estive junto com a Cia. do Infinito na inauguração do ”Natal da Gente 2011” da prefeitura de João Monlevade. Todo natal a prefeitura enfeita as praças da cidade com enfeites de natal feitos a partir de garrafas peti, a cidade fica linda com as garrafas e luzes. Durante a inauguração fomos convidados para fazer uma performance “Espalhando a Magia do Natal”, quando acabou a apresentação da banda da cidade, começamos a chamar a atenção das pessoas para nós, e perguntávamos para elas como espalhar a magia do natal, todos participaram dando suas opiniões, começamos a montar uma árvore de natal humana, as mais de 400 pessoas fizeram uma roda ao redor dos atores e começaram a nos assistir, ajudaram a montar a árvore, tivemos uma enorme interatividade com o público, fizemos pedidos, passamos mensagens de natal e no final fizemos uma corrente para acender a árvore com duas velas que passaram de mão em mão até o ator. Foi maravilhoso participar deste evento e poder sentir o calor de perto da platéia não tem explicação. O cenário teatral em João Monlevade começa a mudar, e pra melhor.


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Veja como foi estar no lançamento dos livros do autor Jairo Martins sobre João Monlevade


Sábado dia 24 de setembro nós da Cia do Infinito fomos convidados para estar no lançamento dos livros do autor Jairo Martins, uma trilogia sobre João Monlevade. Recebi o convite na sexta-feira da Cia do Infinito e teriamos que fazer uma performance, fiquei preocupado, pois estava muito em cima, mas aos poucos foram surgindo idéias de como seria a performance. No sábado estavamos às 19 horas em ponto no Auditório Leonardo Diniz, chegamos e já fomos cumprimentar o autor e ganhamos os três livros da trilogia para a Cia do Infinito com dedicatória, em seguida fomos para uma sala reservada, onde decidimos os últimos detalhes da performance. Fomos para o auditório, estava pra começar o lançamento, o Coral da ArcelorMittal abriu o evento cantando o hino do Nacional e o hino de João Monlevade, em seguida o professor Dadinho falou sobre a história da cidade e sobre a importância dos livros do Jairo Martins para João Monlevade, enquanto ele falava, eu estava ansioso na platéia esperando a vez da Cia do Infinito de realizar a nossa performance. Em seguida o próprio autor Jairo falou para os presentes, em seguida foi a vez do prefeito, já estava chegando a hora da performance. Quando o prefeito sentou-se em seu lugar, as luzes começaram a se apagar, quebrando o protocolo do evento, nós atores começamos a sair lentamente de nossos lugares em direção ao palco, com luzes de lanterna e fazendo barulhos e sons onomatopéicos. Todos ficaram com uma interrogação na cabeça, mas a intenção era essa mesma. Enquanto uns citavam alguns poemas pelas filas do auditório, nós faziamos figuras no palco com os livros (como se estivesse lendo, cantando...) em posiçoes fora do normal do dia a dia, na minha vez, com o livro do Jairo Martins na mão, fui até a platéia e pedi a um senhor que abrisse o livro para que eu lê-se um trecho, voltei para o palco e as luzes foram aos poucos se apagando novamente, voltamos então a fazer os barulhos e finalizamos com um grande grito. Enquanto todos aplaudiam fomos voltando para os nossos lugares como se nada tivesse acontecido. Na sequencia do evento teve a apresentação do Coral da ArcelorMittal, sob o comando do Maestro Tó Vilela. Me encantou completamente o coral, lindas músicas cantadas no evento, e uma me agradou demais, não lembro agora o nome, mas já havia escutado sob o comando do regente holandes André Rieu. Após a apresentação foram todos para o coquetel. Eu amei o evento, estava nervoso por estar em cima da hora, mas deu tudo certo, fizemos uma brilhante performance, e o mais importante, aumentei o meu entendimento pela cidade a qual nasci. João Monlevade sem dúvidas é uma bela cidade.

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Fotos da inauguração da A Cor Dar, com performance da Cia do Infinito

on 20:36 in




A inauguração da ''Acor Dar'' (Associação Cultural do Médio Piracicaba) teve grandes performances no centro da cidade, estava tudo programado para começar às 9 horas da manhã, chegamos um pouco mais cedo para preparar a praça 7, onde seria o palco principal do evento, pinduramos um varal de poesias da poetisa Maria das Graças em volta da praça, aos poucos foram chegando outros ativistas culturais. Já passava-se um pouco das nove quando a praça estava totalmente enfeitada com cartazes da ''Acor Dar'' e tudo o que tinha direito. Eu e a ''Cia do Infinito'' saimos pela avenida realizando a nossa performance e convidando a população para ir a praça. A nossa peformance consistia em dois atores vestidos como espantalhos e duas atrizes meio que cinderelas, as atrizes pintavam os espantalhos fazendo figuras ao seu gosto. Ao chegarmos no final da avenida, encontramos com o grupo ''Tambores do Morro'' e juntos ocupamos a avenida ao sons dos tambores, regressamos para a praça sete, onde finalizamos a inauguração da associação ''Acor Dar'', que promete agitar o cenário cultural de ''Monlevade'' e região.


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Performance de Divulgação da estréia do espetáculo "Sapato" em João Monlevade

on 20:16 in
Um dia antes da estréia do espetáculo "Sapato" em João Monlevade, saimos pelas ruas da cidade, com os personagens da 'família Novos Ricos' e andamos por todo o centro do município convidando a população que estava nas ruas para assistir a nossa peça, os personages Jucileide (Pâmela Fontoura) ,Heraldo (Markus Câmara), Madame (Adriana Freitas), Breninho (Nataniel Flávio) e Jokley o emo (Thieres Duarte) divertiram a população que estava nos locais por onde passamos. Ver a reação das pessoas diante dos personagens foi incrível!





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Intervenção Urbana: João Monlevade. Resplendor do Progresso Mineiro

A Intervenção Urbana foi elaborada para a comemoração do aniversário de 47 anos da cidade de João Monlevade, onde atua a 'Cia. do Infinito de Teatro'. Tendo em vista que parte da população só conhece a história de emancipação política da cidade no período de escola, recordamos parte da nossa história com muita arte e entretenimento. Realizamos na tradicional 'Praça do Povo' da cidade.

Foi um momento muito importante para a cidade, que recordou a história e refletiu melhorias durante esses anos. Foi uma comemoração, mas também uma oportunidade da 'Companhia do Infinito' de se apresentar ao munícipio.
João Monlevade agora tem mais uma opção de arte, e arte de qualidade.
Cia. Do Infinito de Teatro.
Roteiro e direção: Nataniel Flávio
Atores: Adriana Freitas, Bellini Milano, Markus Câmara, Pâmela Fontoura, Thieres Duarte e Nataniel Flávio







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Cena Coletiva - Performance 2010. Tema: 381

on 19:57 in
Fizemos uma intervenção na cidade de João Monlevade, com o objetivo de mostrar a população os perigos que nós corremos todos os dias com essa perigosa Br passando por dentro da cidade (não que eles não saibam), a 381. Mostramos com um lado mais humorado o que acontece ao longo da BR, trouxemos a rodovia para a Avenida Wilson Alvarenga, os nossos corpos eram carros e ao mesmo tempo vítimas, relatamos mortes, fizemos protestos e até participamos de um comício de um deputado nada corupto, o Belmiro Braga.

Essa foi uma intervenção que não vai mudar a 381, mas que fique certo que apoiamos a duplicação da BR mais perigosa do país e nada melhor que se manifestar com a ARTE.

Cena Coletiva.
Direção: Cida Falabella






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