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Superzil, um herói diferente por Anne Lieri em 'Recanto dos Autores'

Veja a crítica construtiva da professora e escritora Anne Lieri em seu blog Recanto dos Autores, aproveite e adquira as aventuras deste novo herói brasileiro clicando AQUI.

Gostei Muito Do Livro De Thieres Duarte “As Aventuras De Superzil”.
Trata-Se De Um Romance Para Jovens E Adultos.
Quando Vemos Filmes De Super-Heróis Há Sempre Um Motivo Pessoal Para Que Eles Se Transformem Em Combatentes Do Crime: Pais Assassinados, Planeta Natal Destruído, Ser Picado Por Uma Aranha, E Outros.
Superzil, Ao Contrário Possui Um Sentimento Coletivo Muito Grande, Ao Ver As Injustiças Causadas Pela Insegurança Em Sua Cidade.
Ele É Motivado Pelo Seu Desejo De Ajudar As Pessoas E Inventa Esse Personagem Para Lutar Contra O Mal E  Não Ser Reconhecido. Não Tem Um Passado Trágico, Nem Nada, Simplesmente Quer Mudar As Coisas Que Considera Injustas.
Superzil É Um Rapaz Comum: Não É Rico, Nem Frequentou Mosteiros, Nem É Expert Em Lutas,Nem É Super Forte Ou Invisivel. Isso Também É Um Diferencial. Ele Aprende Tudo “Na Raça”, Usa Sua Inteligência E Bom Senso Para Desvendar Os Mistérios Que Surgem.
Seu Motivo É O Dia A Dia E As Coisas Que Presencia E Que Os Governantes Não Tomam Providências.
Nessa História Ele Precisa Enfrentar A Máfia Do Maior Vigarista Da Cidade: Dom Ratão E Sua Gangue.
A Trama Se Desenvolve De Forma Movimentada E Bem Descrita Pelo Autor, De Modo A Prender Nossa Atenção Para Saber O Que Irá Acontecer. Tem Muita Aventura, Uma Joia Preciosa Disputada, Uma Bela Mocinha E Um Velho Amigo.
Um Herói Diferente, Num Conto Repleto De Ação E Suspense, Temperado Na Medida Certa! Vale A Pena Ler!



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A ORIGEM DO APLAUSO

on 16:54 in ,
 


 Ninguém sabe ao certo. De acordo com uma das teorias mais bizarras, ele teria surgido entre os homens das cavernas como forma de comemorar caçadas bem-sucedidas. A princípio, nossos antepassados celebrariam o banquete dando cabeçadas uns nos outros, até que, finalmente, algum sujeito cansado dos galos na cabeça sugeriu a troca da dolorosa celebração. A versão mais plausível, contudo, aponta que o surgimento do aplauso, ocorrido há cerca de 3 mil anos, teria conotação religiosa: seria o instrumento usado por membros de tribos pagãs para chamar a atenção dos deuses nos rituais. Mais tarde, na Grécia antiga, a platéia de espetáculos teatrais passou a usar as palmas para invocar os espíritos protetores das artes.
Já no Império Romano, o gesto começou a ser utilizado também como sinal de aprovação a autoridades que faziam aparições públicas. Por volta do século 18, os franceses inventaram a claque teatral: grupo de pessoas previamente contratadas por um artista espertalhão para aplaudir seu espetáculo.
Se vivesse nessa época, o jovem americano Kent French teria emprego garantido: ele é dono do recorde mundial de bater palmas, com nada menos que 721 batidas por minuto – uma média de 12 por segundo. Mas nem sempre um aplauso é sinônimo de elogio.
Com o tempo, as palmas ganharam significados bem variados, como você pode conferir abaixo, os modos variados de elogiar – ou não – alguém com o aplauso:
Bater palmas lenta e sincronizadamente: é um sinal irônico para mostrar a desaprovação ao espetáculo
Bater palmas num crescendo: é a maneira de “avisar” um artista enrolão que está mais do que na hora de começar o show
Bater os dedos de uma mão contra a palma da outra: é outra forma sarcástica de aplauso
Estalar o polegar e o dedo médio: em ambientes refinados – diga-se, pedantes –, é considerado um modo mais elegante de aplaudir.

Fonte: http://diploarte.blogspot.com.br/2010/06/qual-origem-do-aplauso.html

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