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Resenha: Livro A Escolha

on 15:19 in
A EscolhaEram trinta e cinco belas jovens interessadas no coração – e na coroa – do príncipe. Agora, restam apenas America, Celeste, Elise e Kriss, as quatro que chegaram mais longe, mas apenas uma será a escolhida.
Depois de ter praticamente caído de paraquedas na Seleção, America se transformou da candidata com menos chances naquela que quase certamente já tinha conquistado o príncipe Maxon. O problema, porém, é que o carinho que ainda nutre por Aspen, suas atitudes impulsivas e o próprio rei estão cuidando para dificultar as coisas.
Como se não bastasse precisar lidar com seus sentimentos conflituosos, ela também precisa lidar com algo que ajudou a fomentar: a ideia de excluir de uma vez por todos o sistema de castas de Iléa. Com os ataques dos rebeldes se intensificando, as coisas vão ficando cada vez mais tensas e complicadas dentro do castelo.
E, apesar do cenário conturbado, America consegue tempo para – finalmente! – tomar a decisão que adiou por muito tempo. Ela só esqueceu de um detalhe: quem deve escolher é Maxon, e parece que cada vez que estão perto de se entender algo acontece para afastá-los.
O livro tem dois eventos marcantes acontecendo simultaneamente, o que acaba fazendo com que se misturem e interfiram um no outro. De um lado, temos todo o desenrolar da Seleção, a pressão para o príncipe escolher sua companheira o mais rápido possível, apesar dele não ter pressa para se decidir. Do outro, temos os rebeldes atacando e massacrando o país, obrigando o rei a ter que pensar em medidas para melhorar a situação.
Rebeldes e romance, romance e rebeldes, de repente tudo vira uma coisa só. Sem querer, as atitudes de America em relação ao problema político influenciam diretamente nos sentimentos de Maxon, mas também afetam o ódio que o rei sente pela menina.
Entre tantos acontecimentos, o mais surpreendente é quando descobrimos uma outra faceta dos rebeldes – os do norte e os do sul não querem a mesma coisa, afinal. Isso muda completamente os rumos da histórias, gerando novos problemas, mas também novas ideias e possíveis soluções.
O livro é bastante intenso. Em um espaço “curto” – número de páginas parecido com o dos dois primeiros – a autora contou muita história, mudou muita coisa, desenvolveu muito os personagens. Acho que ela podia ter se dado mais tempo, usado mais páginas ou, ainda, ter escrito um quarto livro.
Fiquei feliz em acompanhar o amadurecimento de vários, mas acho que algumas atitudes de alguns personagens acabaram um tanto perdidas.


NÃO GOSTEI: 

   Assisti ao filme Velozes e Furiosos 7 no cinema, na cidade de Santa Bárbara/MG e não gostei, em nada, além do filme ser legendado ( isso mesmo, legendado no cinema) muito sem graça, ações fora da realidade e muito demorado. Um enredo que não tem nexo e que não chama a atenção, somente os seus efeitos especiais encantam. Pra mim foi uma péssima impressão, não gosto deste tipo de filme, mas tentei ver e me decepcionei demais. Não Gostei!

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